segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CANCELADO! Julian Marley em Floripa

ATENÇÃO!!

Infelizmente, a organização do evento cancelou este show junto à RBS pelo motivo "Nem todos os Marleys têm público no Brasil".

Para as pessoas que adquiriram o ingresso com a numeração das lojas SUL NATIVO, por favor solicitem o reembolso na mesma loja que compraram o ingresso. Não tente trocar o ingresso em outros lugares, pois eles são todos numerados!

Caso o ingresso tenha sido comprado em outro estabelecimento, solicite a devolução no mesmo local.

Também ficamos muito decepcionados com este cancelamento. Estávamos muito contentes em conhecer mais um Marley!

Muita Luz a todos!

Banda Cultivo
http://www.bandacultivo.com.br
@BandaCultivo


Nesta sexta-feira, dia 14 de outrubro, Julian Marley abre a temporada que antecipa o verão de Floripa do “DreadLock's Festival” - Rádio Atlântida 100.9 no Green Park nas Dunas da Joaca!

Julian Marley e sua banda dividem o palco do “DreadLocks Festival” com CULTIVO, Missiva e Habitantes de Zion, além de uma super sonzeira do Dj Rut’s em sua pick-up de vinil.

Simplesmente imperdível! Para estar dentro deste evento, corra para a Surf Shop SUL NATIVO Lagoa da Conceição e garanta seu ingresso antecipados!


Onde? Green Park - Av. Prefeito Acácio Garibaldi S. Thiago, 1303 (Estrada Geral da Joaquina) - Praia da Joaquina.

Quando? Sexta, 14/10/2011 às 21h.

Quanto morre? 1º lote R$ 25 (corre!)

Onde comprar? Surf Shop SUL NATIVO Lagoa da Conceição.

Pra onde eu ligo? (48) 8832-1352 / (48) 3207-1352

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Bob Marley joga futebol com Chico Buarque no Brasil

Muita gente sabe que a casa do Chico Buarque é o point do futebas dos artistas da MPB... o que quase ninguém sabe é que o Rei, Robert Nesta Marley, ja deu o ar de sua graça por lá, alguns meses antes de morrer, em 1980... Bob interrompeu as sessões de gravação que resultariam no álbum 'Uprising' para vir ao Brasil.

O trio jamaicano chegou as 16hOO do dia 19 de março de 1980 no km 18 da Avenida Sernambetiba - três horas atrasados - quando os funcionários da Ariola jogavam animadamente contra alguns dos contratados da gravadora no Brasil, como o anfitrião Chico Buarque, Toquinho, Alceu Valença e outros.

Logo que eles chegaram os times foram rapidamente rearrumados e ficaram assim: Bob Marley, Junior Marvin, Paulo César Caju, Toquinho, Chico e Jacob Miller de um lado; e do outro Alceu Valença, Chicão (músico da banda de Jorge - ainda Ben) e mais quatro funcionários da gravadora. Antes de começar o jogo Bob ganhou uma camisa 10 do Santos e sorriu, dizendo "Pelé" para depois explicar que jogava em qualquer posição. Mas ele foi mesmo para o ataque e o placar foi de 3 a 0 para o seu time, com gols dele (documentado pela TV - veja fotos desse jogo abaixo), de Chico e de Paulo César.

Este, que jogou na copa de 70, foi o mais festejado por Bob, que lhe disse: "Sou fã de seu futebol", ao que Paulo César respondeu, "E eu, de sua musica". Bob lembrou o campeonato mundial que marcou a ilha do reggae:

''Rivelino,Jairzinho, Pelé... o Brasil é o meu time. A Jamaica gosta de futebol por causa do Brasil".
Sobre os brasileiros ele disse : "É fácil perceber que as pessoas aqui têm ritmo e feeling, não só no andar, mas no falar e no próprio interesse demonstrado pela música em qualquer uma de suas manifestações''. Para ele a mensagem do reggae tem grande importância, pois "os músicos devem ser porta-vozes dos grandes contingentes oprimidos. No nosso caso, a responsabilidade é maior por causa das nossas crenças religiosas. A própria filosofia do reggae explica tudo isso. O reggae surgiu do gueto e sempre foi fiel às suas origens, levando ao mundo uma mensagem de revolta, protesto e reinvindicação''.

O mundo à sua volta é percebido em cores fortes. "O Apocalipse está nas ruas, no dia-a-dia de cada um. É o meu povo que sofre, o povo da rua, o pobre. É dele que estou falando". No entanto ele se mostrava profético em seu otimismo sobre o futuro do reggae: "O reggae não é nenhuma moda, agora está havendo um revival do ska, e quem está ouvindo essa musica é a geração jovem, até brancos. Isso é salutar como uma semente bem regada, não é uma moda. Isso vai crescer. Espere só, mon".

Sobre Jah, o Deus do rastafarianismo ele apenas disse: "É como o seu Deus, pouca gente O conhece".

Todos os jornais que cobriram sua visita destacaram o fato de que ele se mostrava sempre acessível e disposto, sem traço de estrelismo.

Naquele mesmo dia, pela manhã, eles trataram de dar algumas voltas pela Cidade Maravilhosa, fizeram questão de conhecer a favela da Rocinha, que acharam bastante parecida com os guetos da Jamaica. Como não haviam trazido um cozinheiro para Ihes preparar a comida I-tal - cozinha natural seguida pelos rastafaris - Bob, Junior e Jacob só se alimentaram com sucos de frutas. Segundo um acompanhante brasileiro, cada um bebeu quinze copos de suco e Bob gostou mais dos de manga e maracujá.

O motivo da vinda de Bob era participar da festa que inaugurou as atividades do selo alemão Ariola no pais. A Island, gravadora original dos Wailers, era então um selo da Ariola. A festa no alto do Morro da Urca foi no mesmo dia do jogo na casa do Chico - 19 de março - e teve mais de 1000 convidados e penetras, com direito a engolidor de fogo, cartomante e fogos de artifício. Bob Marley chegou com os amigos às 22h00, e foi logo para um camarote.

Tranqüilo, apesar de muito assediado, conversou com Moraes Moreira, Marina e com os participantes do jogo As pessoas estranhavam o fato de ele não beber, o que era explicado por suas convicções rastas. Baby Consuelo, que havia feito uma versão de "Is This Love", tentou ir lá cumprimentá-lo mas não conseguiu.

Depois dos discursos dos diretores da gravadora ele se afastou para assistir a apresentação de Moraes Moreira, que começou às 24h00 e fez a pista de dança encher. A agitação foi tanta que Bob deve ter percebido o significado da expressão "Rio Babilônia". A esperança geral era de que ele desse uma canja. Moraes chamou Baby no palco para cantar a sua versão e talvez fazer Bob se decidir. Mas nessa hora ele já estava se levantando e arrastando repórteres, fotógrafos e curiosos à sua passagem, falando com os jornalistas enquanto se encaminhava para o bondinho.

Na manhã do último dia que Bob passou no Brasil, terça feira, 20 de março, uma conferência de imprensa foi organizada às pressas, pois provavelmente ninguém pensou em fazê-la na manhã anterior. Mas mais uma vez, os jornalistas se atrasaram e a conferência acabou sendo bem curta.

Durante a entrevista, ele declarou que " Músicos devem ser porta- vozes para as massas oprimidas. No nosso caso, a responsabilidade é ainda maior por causa de nossas crenças religiosas. A filosofia do reggae explica tudo isso. O reggae se propagou a partir dos guetos, e tem sido sempre fiel a suas origens, trazendo ao mundo uma mensagem de revolta, protesto e luta pelos direitos humanos."


Aqui estão mais alguns trechos da entrevista:
P: "Você está gostando desta viagem? O que você acha da música brasileira?"
R: "Bom...Eu amo o futebol brasileiro, e nós ouvimos falar muito do Brasil durante a Copa do Mundo. O Brasil é sempre o primeiro time a ser mencionado na TV e nos jornais. Paulo César é o meu jogador favorito."

P: "Gilberto Gil vendeu 500 mil cópias de "Não chores mais" no Brasil. Como você explica isso?"
R: " Bom, é fácil de explicar... O reggae tem o mesmo gosto que vocês conhecem, as mesmas raízes e a temperatura que o samba tem. Nós somos próximos."

P: "Você vê Bob Marley como um superstar do rock?
R: Não cara....isso é um engano sabe? E eu toco reggae...não rock!!! (risadas). Eu não sou um "Mick Jagger", minha música transmite outra mensagem. E o reggae não é uma música momentânea como o Twist foi. Na Inglaterra, o Ska está voltando às rádios, e quem está ouvindo é a nova geração, até mesmo os brancos. O reggae está crescendo cara.....apenas espere e veja...."

P: "Bob, você pode mandar uma mensagem para o povo brasileiro?"
R: "Cara, é fácil perceber que os brasileiros tem ritmo, tem bossa, não apenas no jeito que eles se movimentam e falam, mas no interesse que eles mostram pela música, em todas as manifestações musicais. Eu gostaria muito de ter a oportunidade de um dia ter uma relação profunda com os brasileiros. Eu acabei de passar apenas 2 dias aqui, mas tenho curtido muito todo o tempo que passei, e tive a chance de conhecer músicos que fazem um bom trabalho, como Gilberto Gil. Eu joguei um pouco de futebol e vou voltar em setembro para jogar aqui e para ficar mas próximo das pessoas."

Bob Marley e amigos partiram na mesma tarde do dia 20 de março, quinta-feira, para a Jamaica. Junior Marvin contou que durante essa viagem Bob começou a compor várias músicas que ficariam inacabadas.

Contou também que eles planejavam incluir o Brasil na turnê mundial que aconteceria no segundo semestre de 80 e o Inner Circle iria abrir os shows, o que foi citado por vários jornais da época.  No entanto, dois dias depois de voltar à Jamaica, no dia 23 de março, Jacob Miller morreria num acidente de carro em Kingston. No final, do mesmo ano, Bob Marley sentiu de maneira contundente os sintomas da doença que o levaria em maio de 81. O sonho de uma apresentação de Bob Marley no Brasil jamais se concretizou.

O Rei Marley voltou pra casa carregado de instrumentos percussivos brasileiros.
No avião, voltando para a Jamaica, Bob ainda compôs, inspirado no samba, a música Could You Be Loved, um clássico com raízes brasileiras. É possível inclusive ouvir a cuíca soando na introdução da música.

Veja a reportagem que a TV Globo fez na ocasião da visita do Rei do Reggae ao Brasil (não leve em consideração nenhuma das informações sobre o reggae, a Globo não teve capacidade de dar uma bola dentro!):



Artigo publicado originalmente no blog UsuárioCompulsivo. Reproduzido mediante permissão, de acordo com a licença Creative Commons.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Inclusão Social na Babilônia??

Segundo a Wikipédia, Inclusão social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de participarem da distribuição de renda do País, dentro de um sistema que beneficie a todos e não somente uma camada da sociedade. 
Sou adepto  da sustentabilidade, da economia solidária, das agroflorestas, da ecologia profunda, do compartilhar incondicional, da compaixão, da vibração positiva, da I-rmandade, da ajuda mútua, da integração harmônica do homem com a natureza e dos homens entre si, da descoberta da vocação Divina presente em cada um, de agir no Aqui e Agora, da verdadeira transformação, da crítica não-afirmativa [aquela que não re-alimenta o sistema babilouco], da dedicAção, do amor incondicional, do encontro com Deus(a), da espiritualidade...
Para saber mais sobre o que fiz e faço neste mundo em que vivemos, leia a postagem Minhas Atitudes.

No entanto, sem desmerecer a campanha da qual estou participando [pois sei das boas intenções], não posso me furtar a criticar o termo "inclusão social" e a definição do mesmo conforme oferecida pela enciclopédia livre e reproduzida na postagem da Ester, à luz do paradigma crítico da Teoria das Organizações.

Primeiro, o termo: "inclusão social". Acho demagógico e meramente assistencialista. No século XVI, os colonizadores portugueses incluíram os nativos indígenas brasileiras no seus sistema mercantil e trouxeram o conceito de sociedade urbana... resultado no Brasil de hoje: miséria, degradação da cultura indígena, alcoolismo, a maior parte da população nativa foi erradicada... sorte dos que não foram incluídos nisso, e ainda hoje podem praticar seu modo de vida natural e sustentável, mantendo a visão de que somos parte da Terra e ela é parte de nós. Não sou eu que vou incluí-los nesta tragédia que é a sociedade em que vivemos, baseada no medo, no dinheiro, no lucro e na moral judaico-cristã. Prefiro eu ser incluído em outra sociedade...

Segundo, a definição: "oferecer aos mais necessitados". Quem define isso? Quem vai taxar um I-rmão de necessitado? Necessitam do que? Tudo? Vamos taxar algumas pessoas [ou crianças, como é bem comum] de carentes? Quem vai carregar um fardo destes?

"Participarem da distribuição de renda do País dentro de um sistema que beneficie a todos e não somente uma camada da sociedade". Que sistema é esse que eu não conheço? Será que não precisamos então criar este sistema, ao invés de "incluir" os "necessitados" em um sistema falido?

Este termo, inclusão social [e seu derivado, a inclusão digital], diz respeito justamente à inclusão de pessoas no mercado de trabalho. Mercado este que já está saturado, e que conta com um "exército reserva" lutando contra a fome para sobreviver. Incluir pessoas na luta pela sobrevivência, ao invés de permitir que as pessoas vivam.

Karl Polanyi, em sua obra "A Grande Transformação", coloca que a criação do mercado de trabalho é um processo de transformação do trabalho e da mão-de-obra em mercadoria. Uma mercadoria fictícia, claro, mas ainda sim uma mercadoria. Durante a introdução deste sistema na Inglaterra no século XIX, constatou-se que a única maneira de obrigar as pessoas a trabalhares era criando outra mercadoria fictícia: a terra. E ao cercar a terra e impedir o camponês, ao nativo e ao índio de viver em sua comunidade de forma harmônica, como vinha fazendo há séculos, criou-se a única mtoivação possível para alguém se auto-condenar à triste inclusão social no mercado de trabalho: a ameaça da fome e o espectro da morte por inanição. Fica assim, sem saída!

Resumindo: alguém em sua plena consciência só se sujeitaria a trabalhar se ameaçado pela fome e pela pobreza. Esta é a louvada inclusão social... a criação da classe dos sofredores.

Para fechar esta reflexão, alguns insights de Robert Nesta Marley, OM, a respeito da questão proposta:

Babylon System
Letra e música: Bob Marley
Tradução livre: Gabriel Dread

Nós nos recusamos a ser
O que vocês querem que nós sejamos
Nós somos o que somos
Este é o jeito que as coisas vão acontecer

(Se você não sabe)

Vocês não podem nos educar
Para nenhuma igualdade de oportunidades
Estou falando de liberdade
Libertação das pessoas e liberdade

Nós estamos caminhando na prensa de vinho
Por tanto tempo
Temos que nos rebelar
Temos que nos rebelar agora
(Rebele-se!)

O Sistema Babilônico é o vampiro
Sugando as crianças dia após dia
O Sistema Babilônico é o vampiro
(Império em decadência)
Sugando o sangue dos sofredores
Construíndo Igrejas e Universidades
Enganando o povo continuamente
Graduando ladrões e assassinos
Cuidado: eles sugam o sangue dos sofredores

(10X)Diga às crianças a verdade

Porque nós estamos caminhando na prensa de vinho
Por tanto tempo
Temos que nos rebelar
Temos que nos rebelar agora
(Rebele-se!)

Desde o dia em que deixamos a terra de nosso Pai
Nós fomos massacrados
Nós fomos oprimidos

Nós sabemos de tudo
Temos que nos rebelar
Alguém deve pagar pelo nosso trabalho.

Artigo publicado originalmente no blog Irradiando Luz. Reproduzido mediante permissão, de acordo com a licença Creative Commons.

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Eu e Eu contra a Babilônia



Tropa de choque (Imagem: acervo pessoal)

"I and I against Babylon"

por Pedro F.*

O título acima [co-autoria minha com o meu amigo Gabriel Siqueira] resume em poucas palavras a filosofia de Robert Nesta Marley [Bob Marley], o maior popstar do terceiro mundo. "Eu e eu contra a Babilônia". Eu e eu inclui toda a humanidade enquanto fraternidade [afinal das contas, eu sou um outro].

A genética demostrou recentemente que descendemos de um único homem da África, que começou sua caminhada há 60.000 anos atrás. A Babilônia se encontra fora disso, e é estranha a essa fraternidade. Ela deve acabar.

Ou como colocou Joe Strummer [líder do The Clash]: "London's burning!"

*Publicado originalmente no blog do meu I-rmão Pedro F.

.: Dez Mil Platôs :.
Filosofia barata. Sub-literatura. Observações sobre o massacre do cotidiano.

Reproduzido sob autorização do autor. (Exceto a imagem, que incluí sem consultá-lo!)

3 Comentários na postagem original:

Gi falou...
Num sei não... essa sociedade de um indivíduo pode ficar perigosa, se um espelho se interpuser entre os dois...

Pedro Filardo falou...
Eu vou estar assumindo [ouch!] esse risco.

Gabriel Dread falou...
Sociedade de um individuo?? Gi, acho que você está enganada.. Eu e Eu [traduzindo para os leigos: você e eu] somos Um! Somos TODOS UM! Acho que aquela definição do Pedro pode ficar um pouquinho mais clara: Eu [vocês] e Eu [nós] somos o TODO!

A Babilônia é tudo que não faz parte de Eu e Eu... Clareou?

As mais positivas vibrações pra todos!
Em nome do mais Altíssimo, Jah RastafarI!

Beijos e abraços calorosos

Gabriel 'Dread' Siqueira


Artigo publicado originalmente no blog Irradiando Luz. Reproduzido mediante permissão, de acordo com a licença Creative Commons.

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domingo, 29 de maio de 2011

Reggae em Sampa: You & Me on a Jamboree!


A galera do You & Me on a Jamboree é especialista em raridades do Ska, Rocksteady, Early Reggae, Calypso, Dub, Soul e do Roots Reggae, claro!

Eles organizam frequentemente festas em São Paulo, base do grupo, mas já levaram seu Jurassic Sound system até pra Jamaica pra tocar raridades que nem os proprios jamaicanos conheciam.

Eu acompanho o trabalho dos caras pelo blog http://youandmeonajamboree.com que sempre oferece downloads de raridades com resenhas e uma sólida crítica. O podcast deles também é genial.

Mas agora finalmente terei a oportunidade de ver o trabalho dos caras ao vivo! E justamente numa data especial:


O maior colecionador de Reggae do Brasil Direto de São Luis do Maranhão: SERRALHEIRO na Jamboree dia 4 de junho!

Depois de uma Jamboree histórica com o retorno do lendário Jackie Bernard aos palcos, a You&Me tem o prazer de anunciar mais uma festa para se lembrar para o resto da vida:

Direto de São Luiz do Maranhão a Jurassic Sound recebe, O Serralheiro.

Com quase 70 anos de idade, Serralheiro foi um dos primeiros seletores de reggae do Brasil com mais de 50 anos colecionando discos.

Serralheiro já viajou dezenas de vezes à Jamaica, Inglaterra e Estados Unidos, tudo em busca de mais pedras.

Dono de uma das mais "fodas" radiolas Maranhenses a Canarinho voz de ouro, Serralheiro foi batizado por Fauzi Beydoun de "O magnata do reggae", ou seja uma verdadeira lenda do cultural Reggae/Radiola do nosso país.

No lounge Pica Pau e seu Kulcha Sounds recebe pela primeira vez na Jamboree, Quilombo Hi Fi que vem apresentar seu sólido trabalho moldado no melhor estilo Uk reggae culture!

Ou seja, mais uma edição histórica da festa que sempre busca inovar e presentear os frequentadores com o melhor quando o assunto é música Jamaicana!

Teatro Coletivo

Rua da Consolação 1623 (Em frente ao cemitério)

4 de junho a partir das 23H

15$ na lista (Festajamboree@gmail.com)
18$ na porta - Aceita cartão de débito

Eu vou! E você?


Só pra dar um gostinho, segue aí uma raridade direto da galera do Jurrassic Sound System You&Me on a Jamboree: A lenda, Jackie Bernard, ex-vocalista dos The Kingstonians, que estava esquecido até na Jamaica, e foi ressuscitado pelos brasileiros que mais entendem de early reggae!

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